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Novo jogo sobre a vida de Jesus no Facebook leva o Evangelho aos usuários das redes sociais


A empresa Lightside Games criou o primeiro jogo sobre a
vida de Jesus para a rede social Facebook, denominado “The Journey of Jesus: The Calling` (A viagem de Jesus: O Chamado), que permitirá aos usuários `superar obstáculos, cumprir missões e participar de milagres`.

Em declarações ao grupo
ACI, Brent Dusing, fundador e CEO da Lightside Games, assinalou que `há histórias que precisam ser contadas em jogos, e não há muitos jogos onde se possa fazer realmente coisas boas e positivas desde um ponto de vista cristão`.

A empresa teve grande êxito com seu primeiro jogo no Facebook, que abordou a vida de Moisés e contou com mais de 2 milhões de jogadores.

Dusing disse ao grupo ACI que a resposta por parte dos usuários da rede social `foi realmente fenomenal. Acredito que há uma grande quantidade de pessoas que estão realmente famintos por isso, que é o que nossos jogadores nos dizem`.

O líder da Lightside Games guarda a esperança de que o novo jogo sobre a vida de Jesus levará o Evangelho a quem, talvez não o conheceria de outra forma.

`Para muitos de nossos jogadores, esta é a única oportunidade que terão para escutar esta mensagem. Sabemos por alguns deles que será a única ocasião que terão para ver esta história`.

O jogo segue a vida de Cristo durante seu ministério público, desde o ponto de vista de um personagem cujo nome é obtido a partir do perfil do usuário do Facebook. O jogador compila itens e os troca com seus amigos do Facebook para avançar ao longo da missão de Cristo.

Enquanto que jogo original permitia o usuário jogar como Moisés, `A viagem de Jesus`, permite aos jogadores `conectar-se com elementos de emoções humanas reais`, ao jogar e interatuar com Jesus com seus próprios nomes.

Apesar de que o jogo esteja destinado a ser entretido, Dusing disse que ele preparou a história a partir da
Bíblia, para assegurar de que a mensagem seja correta.

Ao completar uma série de tarefas e desafios, enquanto interatua com os apóstolos e outros jogadores, assim como com Cristo, o usuário pode testemunhar o ministério público de Jesus e participar de sua missão.

`A viagem de Jesus` pode-se jogar gratuitamente, mas há uma opção para comprar materiais para completar o jogo mais rapidamente. Os recursos de alguns itens especialmente desenhados serão doados à Compaixão Internacional (ou Compassion International como é conhecido em inglês), um grupo cristão sem fins lucrativos dedicado a prover ajuda para
crianças desfavorecidas em todo mundo.

Cabe esperar que o novo jogo se torne tão popular como o original sobre Moisés, que chegou a todos os continentes, e está disponível em inglês, espanhol, francês, alemão e português.

Para ver o novo jogo visite:
https://apps.facebook.com/journeyofjesus/

 

 

 

O Pai Nosso

A oração mais excelente é o Pai nosso; porque nos foi ensinado pelo próprio Jesus Cristo. No Pai Nosso há sete petições e é a oração cristã fundamental e mais perfeita.

Quando for rezar o Pai Nosso, esteja atento ao que diz e ao que pede, para que sua oração seja mais autêntica.

Qual é a oração mais excelente?

A oração mais excelente é o Pai Nosso, que nos foi ensinado pelo próprio Jesus Cristo, porque nela pedimos tudo o que podemos desejar.

Por que chamamos a Deus de Pai?

Chamamos Deus de Pai porque, pelo Batismo, somos verdadeiros filhos de Deus.

Que objeto tem as três primeiras petições do Pai Nosso?

As três primeiras petições do Pai Nosso têm por objeto a Glória do Pai: a santificação de seu Nome, a vinda de seu Reino e o cumprimento de sua vontade.

Que objeto tem as outras quatro petições?

As outras quatro petições têm por objeto nossa vida: para alimentá-la e para curá-la do pecado; e pedimos também ajuda em nosso combate pela vitória do Bem sobre o Mal.

Por que ao final dizemos `Amém`?

Ao final dizemos `Amém`, expressando nosso desejo de que se cumpra o que pedimos nas sete petições. Assim seja.

Fonte: http://www.acidigital.com

Como a Bíblia foi escrita

Na condescendência de sua bondade, Deus, para revelar-se aos homens, fala com eles em palavras humanas: `A Palavra de Deus, expressada em línguas humanas, se faz semelhante à linguagem humana, como a Palavra do Eterno Pai, assumindo a nossa frágil condição humana, se fez semelhante aos homens` (DV 13).

Deus é o autor da Sagrada Escritura. `As verdades reveladas por Deus, que estão contidas e se manifestam na Sagrada Escritura, se consignaram por inspiração do Espírito Santo.` Ele inspirou os autores humanos dos livros sagrados.

A Tradição apostólica fez a Igreja discernir quais escritos constituem a lista dos Livros Santos. Esta lista integral é chamada `Cânon das Escrituras`. Cânon vem da palavra grega `kanon` que significa `medida, regra`.

O Cânon compreende para o Antigo Testamento 46 escritos e 27 para o Novo. Estes são: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Ruth, os dois livros de Samuel, os dois livros dos Reis, os dois livros das Crônicas, Esdras e Neemias, Tobias, Judith, Esther, os dois livros dos Macabeus, Jó, os Salmos, os Provérbios, o Eclesiastes, o Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico, Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias, para o Antigo Testamento.

Para o Novo Testamento, os Evangelhos de Mateus, de Marcos, de Lucas e de João, os Atos dos Apóstoles, as Epístolas de Paulo aos Romanos, a primeira e segunda aos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, a primeira e segunda aos Tessalonicenses, a primeira e segunda a Timóteo, a Tito, a Filemôn, a Epístola aos Hebreus, a Epístola de Thiago, a primeira e segunda de Pedro, as três Epístolas de João, a Epístola de São Judas e o Apocalipse.

Antigo testamento

Os judeus consideravam que existiam dois cânones dos Livros Santos: o Cânon Breve (palestinense) e o Cânon Longo (alexandrino).
O Antigo Testamento em hebreu (Cânon Breve) está formado por 39 livros e se divide em três partes: `A Lei`, `Os Profetas`e `Os Escritos`.

O Antigo Testamento em grego (Canon Longo) está formado por 46 livros. A versão grega da Bíblia, conhecida como dos Setenta, conta com 7 livros a mais: Tobias, Judith, Baruc, Eclesiástico, I e II Macabeus e Sabedoria. Além disso, algumas sessões gregas de Esther e Daniel. Estes livros são conhecidos freqüentemente, embora a expressão não é necessariamente a mais adequada, como `deutero-canônicos`.

Os judeus em Alexandria tinham um conceito mais amplo da inspiração bíblica. Estavam convencidos de que Deus não deixava de se comunicar com seu povo mesmo fora da Terra Santa, e de que o fazia iluminando os seus filhos nas novas circunstâncias em que se encontravam.
Os Apóstolos, ao levar o Evangelho ao Império Greco-romano, utilizaram o Cânon Alexandrino. Assim, a Igreja primitiva recebeu este cânon que consta de 46 livros.

No século III começaram as dúvidas sobre a inclusão dos assim chamados `deutero-canônicos`. A causa foram as discussões com os judeus, nas quais os cristãos só utilizavam os livros proto-canônicos.

Alguns Padres da Igreja denotam estas dúvidas nos seus escritos -por exemplo Atanásio (373), Cirilo de Jerusalém (386), Gregório Nazianzeno (389)-, enquanto outros mantiveram como inspirados também os deutero-canônicos -por exemplo Basílio ( 379), Santo Agustinho (430), Leão Magno (461)-.

A partir do ano 393 diferentes concílios, primeiro regionais e logo ecumênicos, foram fazendo precisões à lista dos Livros `canônicos`para a Igreja. Estes foram:

* Concílio de Hipona (393)
* Concílio de Cartago (397 y 419)
* Concílio Florentino (1441)
* Concílio de Trento (1546)

Neste último, solenemente reunido no dia 8 de abril de 1546, se definiu dogmaticamente o cânon dos Livros Sagrados.

Os protestantes só admitem como livros sagrados os 39 livros do cânon hebreu. O primeiro que negou a canonicidade dos sete deuterocanônicos foi Carlostadio (1520), seguido de Lutero (1534) e depois Calcino (1540).

Novo testamento

O Novo Testamento está formado por 27 livros, e se divide em quatro partes:
`Evagelhos`, `Atos dos Apóstolos`, `Epístolas` e `Apocalipse`.

Nas origens da Igreja, a regra da fé se encontrava no ensinamento oral dos Apóstolos e primeiros evangelizadores.
Passado o tempo, sentiu-se a urgência de consignar por escrito os ensinamentos de Jesus e os traços ressaltantes da sua vida. Esta foi a origem dos Evangelhos.

Por outro lado, os Apóstolos alimentavam espiritualmente os seus fiéis mediante cartas, segundo os problemas que iam surgindo. Esta foi a origem das Epístolas.

Ademais circulavam entre os cristãos do primeiro século mais duas obras de personagens importantes: `Os Atos dos Apóstolos`, escrita por Lucas, e o `Apocalipse`, saído da escola de São João.

Ao final do século I e começo do II, o número de livros da coleção variava de um Igreja a outra.
Na metade do século II, as correntes heréticas do Marcionismo (que afirmava únicamente o Evangelho de Lucas e as 1 Epístolas de Paulo tinham origem divino), e do Montanismo (Montano pretendia introduzir como livros santos seus próprios escritos), urgiram a determinação do Cânon do Novo Testamento.

Por volta do final do século II, a coleção do Novo Testamento era quase a mesma nas Igrejas do Oriente e Ocidente.

Nos tempos de Agustinho, os Concílios de Hipona (393) e de Cartago (397 e 419) reconheceram o Cânon de 27 livros, assim como o do Concilio de Constantinopla (692) e o Concílio Florentino (1441).
Com a chegada do protestantismo, quiseram renovar antigas dúvidas e exculiram alguns.
Lutero rechaçava Hebreus, Thiago, Judas e o Apocalipse. Carlostadio e Calvino aceitaram os 27. Os protestantes liberais não costumam falar de `livros inspirados`, mas de `literatura cristã primitiva`.

No Concílio de Trento foi apresentado oficial e dogmaticamente a lista íntegra do Novo Testamento.

O cristério objetivo e último para a aceitação do Cânon do Novo Testamento será sempre a revelação feita pelo Espírito Santo e transmitida fielmente por ela.

Quanto aos critérios secundários levados em conta, foram os seguintes:

1.- Sua origem apostólica (ou de geração apostólica).
2.- Sua ortodoxia na doutrina.
3.- Seu uso litúrgico antigo e generalizado.

 

Os idiomas da Bíblia

São três as línguas originais da Bíblia: HEBREU, ARAMAICO E GREGO.

Em Hebreu foi escrito:

- a maior parte do Antigo Testamento.

Em Aramaico foram escritos:

- Tobías
- Judith
- Fragmentos de Esdras, Daniel, Jeremias e do Gênesis
- o original de São Mateus

Em Grego foram escritos:

- o livro da Sabedoria
- o II Macabeus
- o Eclesiástico
- partes de Esther e de Daniel
- o Novo Testamento, menos o original de São Mateus

Fonte: http://www.acidigital.com

 

Qual SANTO celebramos hoje?

http://www.santododia.com.br/

 


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